"FOI-SE A GLÓRIA DE ISRAEL!" 1 Samuel 4

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Deus nos chama a acertarmos as contas com Ele: diante dEle não basta justificativas humanas. Arrependa-se!

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Grande ideia: Deus nos chama a acertarmos as contas com Ele: diante dEle não basta justificativas humanas. Arrependa-se!
Estrutura: o acerto de contas de Deus com Hofni e Finéias (vv. 1-10), o acerto de contas de Deus com Eli e Israel (vv. 11-22).
"Introdução bíblico-teológica ao Antigo Testamento" de Miles V. Van Pelt: "Um tema dominante no livro de Samuel é o reinado, tanto de Deus quanto do homem. Israel foi constituído oficialmente como nação no Sinai (Êx 19–20), sendo regido por um sistema político teocrático. A teocracia é um sistema de governo no qual Deus governa sobre um povo como Rei, e a liderança é executada por sacerdotes e outras figuras autoritativas divinamente escolhidas, como juízes e profetas. Para Israel, Deus reinava sobre a nação, e os israelitas tinham de olhar para ele como seu Rei (veja Êx 15.18: “O Senhor reinará [i.e., será rei] por todo o sempre”). As implicações do reinado de Deus para o povo eram que ele cuidaria deles, ao passo que eles o serviriam. Entretanto, eles muitas vezes falharam em servi-lo, não cumprindo seus mandamentos e cometendo idolatria (e.g., Êx 32)."
Holman Illustrated Bible Dictionary:
ARCA DA CONVENÇÃO Recipiente original para os Dez Mandamentos e símbolo central da presença de Deus com o povo de Israel. Antigo Testamento A arca do antigo Israel é misteriosa em suas origens, seus significados e seu destino final. Seus muitos nomes transmitem o sentido sagrado da presença de Deus. A palavra hebraica para arca (tebah) significa simplesmente "caixa, baú, caixão", conforme indicado por seu uso no caixão de José (Gênesis 50:26) e na caixa de coleta do templo do rei Joás (2 Reis 12:9-10).
Os nomes usados para a arca definem seu significado pelas palavras que a modificam. A palavra "aliança" no nome define a arca a partir de seu propósito original como um recipiente para as tábuas de pedra nas quais os Dez Mandamentos (às vezes chamados de "testemunho") foram inscritos. Às vezes, ela é identificada com o nome da divindade, "a arca de Deus", ou "a arca do Senhor" (Yahweh), ou mais ornamentadamente "a arca da aliança do Senhor dos Exércitos (Yahweh Sabaoth) que está entronizada sobre os querubins" (1 Sam. 4:4).
A origem da arca remonta a Moisés no Sinai. A origem misteriosa da arca é vista ao contrastar os dois relatos de como ela foi feita no Pentateuco. O relato mais elaborado sobre a fabricação e a ornamentação da arca pelo artesão Bezalel aparece em Êxodo 25:10-22; 31:2, 7; 35:30-35; 37:1-9. Ela foi planejada durante a primeira estada de Moisés no Sinai e construída depois que todas as especificações do tabernáculo foram comunicadas e concluídas. O outro relato é encontrado em Deuteronômio 10:1-5. Após o pecado do bezerro de ouro e a quebra das tábuas originais do Decálogo, Moisés fez uma caixa simples de madeira de acácia como recipiente para receber as novas tábuas da lei.
Um poema muito antigo, o "Cântico da Arca" em Números 10:35-36, lança alguma luz sobre a função da arca nas peregrinações pelo deserto. A arca era o símbolo da presença de Deus para guiar os peregrinos e conduzi-los na batalha (Núm. 10:33, 35-36). Se eles agissem de forma infiel, deixando de seguir essa orientação, as consequências poderiam ser drásticas (Nm 14:39-45). Algumas passagens sugerem que a arca também era considerada o trono da divindade invisível, ou o escabelo de seus pés (Jr 3:16-17; Sl 132:7-8). Esses vários significados da arca devem ser interpretados como complementares, e não contraditórios.
A arca foi projetada para ser móvel. Seu tamanho (cerca de um metro e oitenta de comprimento, dois metros e meio de largura e dois metros e meio de profundidade) e seu formato retangular eram apropriados para essa característica. Foram usadas varas permanentes para transportar a arca, pois ninguém podia tocá-la e somente os sacerdotes (levitas) podiam carregá-la. A arca era o objeto mais importante dentro do tabernáculo do período do deserto, embora sua relação com o tabernáculo tenha sido interrompida em algum momento após a conquista de Canaã.
Hebreus 9.1–5 NAA
Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de culto divino e o seu santuário terrestre. Porque foi edificado um tabernáculo, cuja parte da frente, onde estavam o candelabro, a mesa e os pães da proposição, se chama o Santo Lugar. Por trás do segundo véu se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos, ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, o bordão de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança. Sobre a arca estavam os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório. Mas dessas coisas não falaremos, agora, com mais detalhes.
Acerto de contas com Hofni e Finéias. (vv. 1-10)
(a) Samuel só aparece aqui, nesta porção: “Veio a palavra de Samuel a todo o Israel”.
1Samuel 3.1 NAA
O menino Samuel servia o Senhor, diante de Eli. Naqueles dias, a palavra do Senhor era muito rara; as visões não eram frequentes.
1Samuel 3.21 NAA
O Senhor continuou a aparecer em Siló, porque em Siló o Senhor se manifestava a Samuel por meio da palavra do Senhor.
1Samuel 4.1 NAA
A palavra de Samuel veio a todo o Israel. Israel saiu à batalha contra os filisteus e acampou em Ebenézer; e os filisteus acamparam em Afeca.
(b) Os filisteus eram inimigos de Israel, desde à muito tempo, e essa oposição persistia durante muitos anos, durante a época de Samuel e Saul.
(c) Parte do diagnóstico estava correto: o Senhor havia ferido a Israel.
"Comentário bíblico MacArthur: Gênesis a Apocalipse": "4:3 Por que o Senhor deixou. A pergunta dos anciãos refletia seu conhecimento de que o Senhor travava suas batalhas (2:10; 17:47) e permitia sua derrota. Uma derrota significava claramente que Deus não estava “com” eles (Números 14:42; Deuteronômio 1:42). Em vez de pedir orientação ao Senhor, eles decidiram resolver a situação com as próprias mãos. buscar a arca da aliança. A arca simbolizava a presença e o poder do Senhor. Mesmo assim, Israel a tratava como uma espécie de amuleto da sorte que lhes garantiria a vitória sobre os filisteus. Sabendo que a vitória ou a derrota dependiam da presença do Senhor, eles confundiram o símbolo de sua presença com sua presença verdadeira. Dessa forma, a compreensão que eles tinham de Deus era parecida com a dos filisteus (4:8)."
Joyce Baldwin:
Pensar que a presença da arca entre eles iria reverter seu destino, sem haver qualquer mudança interior nos líderes de Israel, era algo que revelava a medida de sua insensibilidade diante das coisas espirituais.
(d) A arca do “Senhor dos Exércitos”, entronizado entre os querubins.
Êxodo 25.22 NAA
Ali eu me encontrarei com você e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei com você a respeito de tudo o que eu lhe ordenar para os filhos de Israel.
1Crônicas 28.2 NAA
O rei Davi se pôs em pé e disse: — Meus irmãos e meu povo, escutem! Eu tive a intenção de edificar um templo onde pudesse repousar a arca da aliança do Senhor e para que fosse o estrado dos pés do nosso Deus. Eu havia feito preparativos para essa construção.
(e) A arca representava a presença de Deus, mas essa “presença” já não existia em Israel há algum tempo.
Juízes 21.25 NAA
Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais certo.
Joyce Baldwin:
No entanto, o mais importante de tudo é que esse era o “propiciatório”, onde o Senhor Se encontraria com Seu povo e lhe daria Sua palavra (Ex 25.22); era a presença do Senhor que fazia disso um símbolo poderoso, a ser visto com todo temor. Neste ponto da narrativa, os nomes Hofni e Finéias têm um caráter sinistro, após o duplo anúncio de condenação contra eles por meio da palavra profética.
(f) O povo (com mais emoção do que razão) rompe em “grandes brados” diante da arca (e não diante o Senhor).
Amós 5.21–24 NAA
“Eu odeio e desprezo as suas festas e com as suas reuniões solenes não tenho nenhum prazer. Mesmo que vocês me ofereçam holocaustos e ofertas de cereais, não me agradarei deles. Quanto às suas ofertas pacíficas de animais gordos, nem sequer olharei para elas. Afastem de mim o barulho dos seus cânticos, porque não ouvirei as melodias das suas liras. Em vez disso, corra o juízo como as águas, e a justiça, como um ribeiro perene.”
João 4.19–23 NAA
A mulher então lhe disse: — Agora eu sei que o senhor é um profeta! Nossos pais adoravam neste monte, mas vocês dizem que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Jesus respondeu: — Mulher, acredite no que digo: vem a hora em que nem neste monte nem em Jerusalém vocês adorarão o Pai. Vocês adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora — e já chegou — em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Porque são esses que o Pai procura para seus adoradores.
(g) Os filisteus temem mais a Deus do que os israelitas: “grandiosos deuses”.
1Samuel 4.7–8 NAA
E os filisteus ficaram com medo e disseram: — Os deuses vieram ao arraial. E diziam mais: — Ai de nós! Porque nunca antes aconteceu uma coisa dessas. Ai de nós! Quem nos livrará das mãos desses deuses poderosos? São os deuses que atacaram os egípcios com todo tipo de pragas no deserto.
"Fundamentos da teologia reformada (Coleção Teologia Brasileira)" de Hermisten Maia:
"Portanto, a criatividade humana deve estar submissa à instituição divina. Assim, a forma do culto não pode ser determinada por um critério puramente estético ou sentimental, mas espiritual, teológico e racional: o culto cristão deverá ser sempre na liberdade do Espírito e dentro dos parâmetros da Palavra (Jo 4:23-24; Fp 3:3). O culto ao Senhor não pode ser a nosso bel-prazer, como quis Jeroboão e, de certa forma, Uzias, pois Deus o rejeita (lRs 12:33—13:5; 2Cr 26:16-21). Se queremos agradar ao Senhor, devemos procurar saber por meio da sua Palavra como ele deseja ser cultuado."
"Antes de o povo de Israel entrar na Terra Prometida, Deus o advertiu para que não imitasse o modelo pagão. Então, ele o exortou estabelecendo um princípio positivo que a nação deveria seguir: “Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás” (Dt 12:32). Esse é o princípio que deve governar nosso relacionamento com Deus: a obediência. O conhecimento de Deus é uma experiência de amor, que se revela em nossa obediência aos seus mandamentos.12 O que Deus requer unicamente de nós é a fidelidade aos seus preceitos: nada acrescentemos, nada tiremos."
(h) Com a arca tomada pelos filisteus, e mortos os dois filhos de Eli, cerrasse a cortina desse primeiro momento de acerto de contas.
1Samuel 2.17 NAA
Era, pois, muito grave o pecado desses moços diante do Senhor, porque eles desprezavam a oferta do Senhor.
1Samuel 2.29 NAA
Por que tratam com desprezo os meus sacrifícios e as minhas ofertas de cereais, que ordenei que se fizessem na minha morada? E, você, por que honra os seus filhos mais do que a mim, para que você e eles engordem com as melhores partes de todas as ofertas do meu povo de Israel?”
1Samuel 2.34 NAA
E o que vier a acontecer com os seus dois filhos, Hofni e Fineias, será um sinal para você: ambos morrerão no mesmo dia.
1Samuel 3.12–14 NAA
Naquele dia farei contra Eli tudo o que eu disse a respeito da casa dele, do começo ao fim. Porque eu já disse a ele que julgarei a sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque os seus filhos trouxeram maldição sobre si, e ele não os repreendeu. Portanto, jurei à casa de Eli que a sua iniquidade nunca será expiada, nem com sacrifício, nem com oferta de cereais.
2. Acerto de contas com Eli e Israel. (vv. 11-22)
(a) Esse homem empreendeu uma corrida significativa: 34 km, “com roupas rasgadas e terra na cabeça” (“sinais universais de luto pelos mortos e de calamidade nacional).
2Samuel 15.32 NAA
Quando Davi chegou ao alto do monte, onde se costuma adorar a Deus, eis que Husai, o arquita, veio encontrar-se com ele, de manto rasgado e com terra sobre a cabeça.
(b) Eli estava “assentado numa cadeira, ao pé do caminho, olhando como quem espera”.
Romanos 4.18–22 NAA
Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe havia sido dito: “Assim será a sua descendência.” E, sem enfraquecer na fé, levou em conta o seu próprio corpo já amortecido, tendo ele quase cem anos, e a esterilidade do ventre de Sara. Não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que Deus era poderoso para cumprir o que havia prometido. Assim, também isso lhe foi atribuído para justiça.
(c) Triste fim de Eli: cego, isolado, sem filhos, ouvindo de uma derrota de seu povo, e o principal: sem o maior símbolo da sua fé, a arca de Deus.
1Samuel 3.11 NAA
E o Senhor disse a Samuel: — Eis que vou fazer uma coisa tal em Israel, que todos os que a ouvirem ficarão com os dois ouvidos tinindo.
(d) Israel perdeu o “peso” da presença de Deus (glória) e Eli se perde em meio ao seu “peso”, morrendo ingloriamente.
Salmo 26.8 NAA
Eu amo, Senhor, a habitação de tua casa e o lugar onde a tua glória reside.
Joyce Baldwin:
A glória de Israel era o Senhor, de quem o estrado do trono fora capturado por pessoas que não Lhe davam honra, para quem Ele não era resplandecente em glória. Foi-se a glória indica que, embora os filisteus possuíssem o “estrado” de Deus, eles não haviam capturado o Deus de Israel. O Senhor está no controle da situação. Ele se afastou da arca. Mas o que pode, então, acontecer a Israel?
(e) Mais uma morte nesse contexto: a nora de Eli, esposa de Finéias. Nem o nascimento de seu filho a anima a prosseguir vivendo.
(f) Icabô (“sem glória”, “nenhuma glória”): “foi-se a glória de Israel”.
"Comentário bíblico MacArthur: Gênesis a Apocalipse": "4:21 Icabode [...] A glória se foi de Israel. Devido, primariamente, à perda da arca, o símbolo da presença de Deus, a esposa de Fineias chamou seu filho Icabode, o que significa “Onde está a glória?” ou “Nenhuma glória.” Os hebreus costumavam usar glória para se referir à presença de Deus; daí o texto significa “Onde está Deus?.” A expressão transmite a ideia de Deus haver partido para o exílio. Assim, para o povo de Israel, a captura da arca era um símbolo de que Deus havia partido para o exílio. Apesar de ter sido essa a convicção de Israel, a narrativa revela que Deus estava presente, mesmo quando disciplinava seu povo. Ver notas em Ezequiel 10:18,19."
1Pedro 4.17–18 NAA
Porque chegou o tempo de começar o juízo pela casa de Deus; e, se começa por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus? E, “se é com dificuldade que o justo é salvo, que será do ímpio e do pecador?”
Jeremias 2.11 NAA
Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, mesmo que não fossem deuses de verdade? Mas o meu povo trocou a sua Glória por aquilo que não tem proveito algum.
3. Outras aplicações:
(a) Adore a Deus e não manipule a sua presença para atrair benefícios visando à sua glória pessoal. Nem você ou qualquer deus funcional tem algum peso de importância. Repito: Adore a Deus!
Tim Chester:
Diante de Deus todos os outros deuses precisam cair. Somente YAHWEH, o Deus de Israel, tem peso. Somente Deus tem substância. Todos os outros deuses precisam de ajuda para ser colocados de pé. Quais são os seus deuses? O que concorre com Deus em seu coração? Você está levando o peso da glória de Deus a sério? Diante dele todos os outros deuses precisam cair. Não adore a eles. Adore o único Deus da glória.
Isaías 29.13 NAA
O Senhor disse: “Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos ensinados por homens,
Marcos 11.15–17 NAA
E foram para Jerusalém. Quando Jesus entrou no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas, e não permitia que alguém atravessasse o templo carregando algum objeto. Também os ensinava e dizia: — Não é isso que está escrito: “A minha casa será chamada ‘Casa de Oração’ para todas as nações”? Mas vocês fizeram dela um covil de salteadores.
(b) Preste atenção: a justiça de Deus não tarda e nem falha. Para Israel dos dias de Eli e para nós hoje a sentença é a mesma: “Deus não se deixa escarnecer”.
Gálatas 6.7–8 NAA
Não se enganem: de Deus não se zomba. Pois aquilo que a pessoa semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua própria carne, da carne colherá corrupção; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna.
Como líderes da igreja, prestamos um desserviço ao mundo com apelos que chamam novos crentes a uma vida mais fácil com Jesus e com programas de discipulado que prometem o melhor da vida com Cristo aqui e agora. A mensagem que devemos transmitir é que uma vida com Cristo exige que renunciemos a tudo para segui-lo.
Mas precisamente nisto está a nossa alegria: nada do que perdemos ou ganhamos neste mundo pode ser comparado com o que ganhamos com Cristo. O que sacrificamos por Jesus se desvanece em comparação com o que ganhamos vivendo em comunhão com ele. Em uma era mergulhada no consumo de confortos temporários, nós, cristãos, carregamos a certeza da paz eterna que advém da união e da obediência a Cristo como Senhor e Salvador.
Como seria, para você, trocar o bem-estar deste mundo pela paz de espírito mais profunda — ainda que mais exigente — de alguém que vive em união com Cristo? Que sacrifícios Deus está chamando você a fazer para garantir o consolo que decorre de estar no centro de sua vontade? Não há nada de errado em desfrutar de confortos ou em querer nosso bem-estar. Mas conforto, bem-estar e uma vida tranquila não devem ser alcançados à custa do chamado sacrificial do evangelho.
Nicole Massie Martin é diretora de operações da Christianity Today.
Ilustr.:
O Evangelho Grupo Logos
Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração Em constatar que o evangelho já mudou Quem ontem era servo agora acha-se Senhor E diz a Deus como Ele tem que ser
Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus Ele é tão claro como a água que eu bebi E não se negocia sua essência e poder Se camuflado a excelência perderá!
O evangelho é que desvenda os nossos olhos E desamarra todo nó que já se fez Porém, ninguém será liberto, sem que clame Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis
O evangelho mostra o homem morto em seu pecar Sem condições de levantar-se por si só A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está E o justifique, e o apresente ao Pai
Mostra ainda a justiça de um Deus Que é bem maior que qualquer força ou ficção Que não seria injusto se me deixasse perecer Mas soberano em graça me escolheu
É por isso que não posso me esquecer Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer Determinando ou marcando hora para acontecer O que Sua vontade mostrará
O evangelho é que desvenda os nossos olhos E desamarra todo nó que já se fez Porém, ninguém será liberto, sem que clame Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis
Porém, ninguém será liberto, sem que clame Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis
Composição: Paulo Cezar.
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